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nov
30

Nas terras de Gengis Khan. Mongólia

Depois de algumas horas de trem e longa espera pelos processos alfandegários, enfim cheguei na Mongólia (31/08/2011). O transfer (motorista), já estava me esperando na saída da estação, comigo também estavam a Samantha e o Mike (holandeses), pois eles tinham passagem no mesmo trem que eu e não tinham local para ficar em Ulaan Baator e  foram tentar a “sorte” no albergue que eu tinha reservado.

Chegando no albergue, infelizmente, eles não tiveram sorte e tiveram que procurar um outro lugar, mas tivemos a grata surpresa de encontrar o Mike e a Sheila e já combinamos de nos encontrar um pouco mais tarde, para procurar uma agência que nós levasse para uma viagem pelo interior do país.

Nos encontramos depois do almoço e a Samantha, já havia achado uma agência, então fomos até lá para ver os pacotes que eles tinham. De uma forma geral,  todos fazem pacotes para os “mesmos” lugares e com duração mais ou menos similar, o que muda é destino, pois você pode escolher entre ir para o Deserto de Gobi ou para as regiões cardeais do pais (Norte, Sul, Centro, Leste ou Oeste) ou combinar algumas delas. Alem disso o tipo de acomodação também pode ser diferente, você pode escolher ficar  em um turist camp (mais bem equipado) ou em um family camp (opção que escolhemos), onde é possível dormir e desfrutar um pouco da hospitalidade mongol. Outros fatores que influenciaram no preço, são: quantidade de pessoas e o tipo de veículo usado (Mini Vam, 4X4 ou Mini Van Russa). Bem, no final pagamos cerca de 50,00 dólares, com tudo incluído: 3 refeições diárias, transporte, guia e acomodação (family gear) e ainda tivemos mais uma companhia, uma americana Heathler(?), que depois de alguns anos morando longe de casa, estava fazendo sua “última” viagem, antes de retornar para o Natal.

Depois de passarmos (Eu, Heatler, Mike, Sheila, Samantha e Mike) cerca de 7 dias viajando em uma mini van, dormindo nas tendas (gear), em camas sem colchão, pegando neve, calor, atolando com a Van, que não era 4×4, conhecendo monastérios budistas, andando a cavalo e de camelo, sendo recebido por cada família a medida que nos “mudávamos” e etc…, só posso dizer que a Mongólia é um país lindo, rústico, bruto, selvagem, inóspito e que não deveria ficar de fora do roteiro de viagem de ninguém.

As famílias vivem do mesmo modo que viviam a 400, 500, 600 anos, montam e desmontam, suas barracas no mínimo 1 vez por mês, em busca de novos pastos para o animais e de água.. O cão é considerado membro familiar e estes tem um instinto de proteção incrível, alem de pastoreiros.

Pena que estou escrevendo quase dois meses depois e muitos detalhes eu já perdi, mas as fotos (http://www.flickr.com/photos/viagemmundoafora/) podem contar melhor do que eu…

1 comentário

  1. r disse:

    Aí Rena que bom que conseguiu a tempo o tal visto, como é mesmo o casal que lhe chamou atenção para voce entrar na Mongolia e voce ter conseguido em prazo record .. Viu os anjos aparecen em nosso caminho e percurso da agua muda…. Deixa sempre que os seus guias e Anjos e Arcanjos lhe guiem e iluminem seu caminho , DEUS te proteja . beijussss

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