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nov
30

A Caminho das Índias – New Delhi

Depois de mais de um mês de Nepal, chegou a hora de partir para um novo destino, Índia, New Delhi (capital), terra das especiarias, país que desperta muita curiosidade, magia e imaginação na mente ocidental.

Sai do Nepal no dia 17/11 e cheguei em Delhi no mesmo dia, o aeroporto é bem grande, organizado e de cara já dá para perceber a diferença nas pessoas, nas roupas…

No caminho do albergue, já foi dando para ter uma noção do que encontraria no dia seguinte, pois já era noite (19:00). A medida que ia me aproximando do albergue o cenário ia mudando um pouco, pois o local fica ao Sul de Delhi, em um subúrbio. Imaginem um subúrbio na Índia…pois é, assim mesmo, mas o albergue é bom, tirando as 3 construções que estavam fazendo a menos de 50 metros, sendo que eu estava no primeiro andar e de frente e dormir era tarefa complicada.

No quarto (dormitório) tinham mais 5 pessoas, cada um de um canto do mundo (Chinês, Coreano, Polonês…).

Havia pego o taxi com uma americana (Rachel), que também precisava sacar dinheiro, então resolvemos tentar achar o ATM, mais próximo, verdadeira aventura, mas super seguro, me senti na mini série Cidade dos Homens, passando por ruelas e becos, desviando de vacas e cachorros, até uma “feira” local, encontramos (21:00).

No dia seguinte,  fui visitar dois luares diferentes, com uma espanhola, de San Sebastian, chamada Nerea, muito gente boa: Qutub Minar (http://en.wikipedia.org/wiki/Qutb_Minar), sendo este World Heritage e que eu recomendo fortemente, pois além de ter a maior torre de pedra da Índia, é um lugar belíssimo arquitetonicamente falando, depois fui para Lotus Temple (http://en.wikipedia.org/wiki/Lotus_Temple), que apesar de estar entre as atrações recomendadas de Delhi, eu não achei nada de mais, pois é uma construção moderna em formato da flor de lotus.

No dia seguinte, fiquei praticamente o dia todo no albergue, pois queria colocar algumas coisas em dia (fotos, blog, emails…) , só sai para ir ao Shopping, para almoçar, este é um lugar interessante para visitar, pois além de ser o maior shopping da Índia, do outro lado da rua tem uma “favela”, contraste total!!!

A noite, tivemos um churrasco no albergue, deu para matar um pouco a saudade do Brasil, por dois motivos:

1) churrasco, com cerveja!!! Tudo bem que o churras não era lá grandes coisas, carne de buffalo, já que vaca é que nem mulher de amigo…

2) Outros 2 brasileiros (Diego e Marcel)chegaram no albergue e depois de quase 4 meses sem falar português com alguém, o ultimo foi na Finlândia (Vitor) pude me “sentir”em casa. Depois de algumas cervejas e fumar Narguilé ou Shisha (http://pt.wikipedia.org/wiki/Narguilé), todos foram dormir.

Dia de mais algumas atrações e sempre enfrentando o trânsito caótico de Delhi, principalmente de Old Delhi. Eu, o Diego e o Marcel, resolvemos visitar a maior mesquita da Índia, outro lugar formidável e que recomendo: Jama Masjid (http://en.wikipedia.org/wiki/Jama_Masjid,_Delhi) e aproveitamos para passar pelo grande Mercado local, um verdadeiro e intenso dia no meio da cultura e do povo indiano, aproveitamos para comer nos “quiosques” locais…tem que ter estômago, além de não fazer questão de muita higiene ou limpeza, mas vir para Índia e não fazer isso, não tem graça. É só ter em mente, comendo ou não comendo na rua, você vai ficar com caganeira, então meu amigo…vai na fé e no Imosec…

Andamos por toda Old Delhi, um lugar barulhento, sujo, feio, pobre, mas fantástico!!!! Tomamos uma sorvete de rua, maravilhoso, acho que de gengibre (10%) os outros 90% não sei o que era, além de água, que com certeza não era mineral…mas delicioso!!!.

Voltamos para o albergue já escurecendo e foi a noite que saímos para uma baladinha Indiana. Todas as boates ficam em hotéis de luxo, para selecionar a frequência e ter mais segurança, uma noite muito divertida, pois foram 9 pessoas dentro de um Civic, isso, isso mesmo, 9. Como? 2 no porta malas,.

Chegamos por volta das 4:30 no albergue e as 9:00 já estávamos prontos para mais um dia em Delhi. Desta vez além do Diego e do Marcel, também se juntou a nós uma chinesa, que não me recordo o nome, de Xi’an. Fomos primeiro para casa onde o Maratima Ghandi foi assassinado, um lugar muito bonito, com um energia gostosa, apesar do fato ocorrido, além de ter no segundo andar uma espaço interativo e multimedia, espetacular. Depois foi a vez da principal atração de Delhi, Red Fort (http://en.wikipedia.org/wiki/Red_Fort), com seus tijolos de areia vermelha, que até para um daltônico como eu foi possível ver que é vermelho… Pena que o dia não estava azul, coisa que também é um pouco difícil em Delhi,  mas que de certa forma ajuda a dar o tom também vermelho/alaranjado ao por do sol.

Neste mesmo dia peguei o ônibus para Rishikesh, um lugar sem palavras, um lugar que não dá vontade mais de sair, também banhado pelo Rio Ganges ou Ganga, em hindi, mas isso é assunto para o próximo post….

Confira as fotos em: http://www.flickr.com/photos/viagemmundoafora/

2 comentários

  1. Jonay disse:

    This piece was coegnt, well-written, and pithy.

  2. Laris disse:

    Ha ha ha, to rindo mto desse post.

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